apenas deixe-me elucubrar um pouco...

janeiro 16, 2009

*** opa! agora eu sou lido! tenho de escrever!! ***

[ hahahaha. Claro que esse título é brincadeirinha! Por mim, eu escreveria mesmo sem “ter de escrever”. Mas quando se trabalha com isso e, principalmente, quando se recebe por isso (clama lá, não é lá grandes coisas…), dá um pouco de preguiça escrever “digrátis”, para a gente mesmo. Se, para piorar, sabemos que não temos leitores então… Aff, aí é que não vai mesmo.

O grande lance é que agora eu estou chic: sou lido por uma artista-plática gatona e chiquíssima de Gonçalves, uma “pequena e pacata cidade” no interior-sul de Minas Gerais, perto de Monte Verde, de Camanducaia, de São Bento do Sapucaí… Na real, ela é paulistana da gema, mas tal e qual a protagonista do filme Sob o Sol de Toscana, “se achou” em Gonçalves, para onde se mudou de mala, cuias (e haja cuias!!) e atelier. Obrigado pelas belas palavras, Cy!

Aliás, por falar em “receber para escrever”, ontem à noite conversando com um amigão meu, disse-lhe o quanto lamento essa profissão de jornalista, pela forma como (não)somos pagos. É impressionante a facilidade e tranquilidade como as pessoas simplesmente te contratam e não te pagam. Tem ainda aqueles que combinam um preço X e na hora de pagar vem com essa: “O 'projeto' (odeio essa palavra) não deu certo e não tenho como te pagar X. Mas posso te pagar X/2 em duas vezes de X/4”. Acredita? Isso acontece todo dia. Tem aqueles que simplesmente somem sem te pagar, tem os “promessinhas” que TODAS AS SEMANAS garantem que vão te pagar e o dinheiro nunca aparece… Enfim!

Queria um trabalho que fosse como restaurante: você senta, escolhe o que quer comer, come e paga na hora pelo alimento e pelo serviço que teve. Fim da relação comercial. Jornalismo poderia ser assim também: “faço essa reportagem para você por X reais”; entrego a matéria em uma mão, com a NF e recebo o pagamento com a outra, na hora, cash, à vista! Ai, ai, quem me dera!

Vamos ver se realmente este 2009, como diria a minha amiga Robertinha, “por ser ano ímpar, será ano bom”. A Robertinha, diga-se, do O Mundo É Estranho (OMEEhttp://mundoestranho.blogspot.com/) e do Homem é Tudo Palhaço (HTPhttp://tudopalhaco.blogspot.com/). ]

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